Qualidade e Inteligência Artificial: ISO 42106
Qualidade e Inteligência Artificial: entenda como a ISO/IEC TR 42106:2026 apoia avaliações conforme complexidade, contexto e riscos.
Áudila Kátia Parteli
7/29/202613 min read


Qualidade e Inteligência Artificial: como avaliar sistemas de IA confiáveis
Qualidade e Inteligência Artificial deixaram de ser assuntos separados. À medida que empresas utilizam sistemas inteligentes para inspecionar produtos, prever falhas, analisar indicadores e apoiar decisões, cresce a necessidade de comprovar que essas soluções são confiáveis, controladas e adequadas à finalidade para a qual foram desenvolvidas.
Não basta observar se a ferramenta entrega uma resposta aparentemente correta. Uma boa avaliação de sistemas de Inteligência Artificial também precisa considerar a origem dos dados, as limitações conhecidas, a possibilidade de rastrear decisões, o comportamento diante de situações inesperadas e as consequências de um erro.
Essa discussão ganhou um novo elemento com a publicação do ISO/IEC TR 42106:2026. O relatório técnico apresenta estruturas conceituais para avaliações graduadas das características de qualidade de sistemas de IA, considerando principalmente sua complexidade e seu contexto de uso.


O que significa qualidade em Inteligência Artificial?
No contexto da qualidade e Inteligência Artificial, qualidade significa verificar se um sistema é adequado à finalidade, produz resultados consistentes e opera de maneira controlada nas condições reais em que será utilizado. Portanto, a análise não deve se limitar à precisão declarada pelo fornecedor ou ao desempenho obtido durante um teste inicial.
A qualidade de sistemas de IA depende da combinação entre modelo, dados, infraestrutura, processos, pessoas e regras de negócio. Um algoritmo tecnicamente avançado pode produzir resultados inadequados quando recebe dados incompletos, é utilizado fora do cenário previsto ou não possui controles para identificar perda de desempenho.
Também é necessário avaliar o impacto das decisões. Um assistente usado para organizar documentos internos não exige necessariamente o mesmo nível de controle de uma solução que aprova produtos, analisa exames, concede crédito ou interfere na segurança de pessoas. A profundidade da avaliação deve acompanhar a criticidade da aplicação.


Por que a qualidade da IA se tornou uma preocupação empresarial?
A adoção acelerada de ferramentas inteligentes trouxe ganhos de produtividade, automação e capacidade analítica. Ao mesmo tempo, criou novos riscos para a operação, a conformidade e a reputação das organizações. Uma decisão automatizada incorreta pode gerar retrabalho, perdas financeiras, tratamento injusto, falhas de segurança ou interrupção de processos.
A confiabilidade da Inteligência Artificial também pode mudar ao longo do tempo. Alterações no ambiente, nos produtos, no comportamento dos clientes ou na origem dos dados podem reduzir o desempenho de um modelo que funcionava adequadamente quando foi implantado.
Por isso, a governança de IA precisa acompanhar todo o ciclo de vida da solução. Isso inclui definir responsabilidades, aprovar o uso, validar resultados, controlar versões, monitorar indicadores e estabelecer critérios para intervenção humana ou suspensão do sistema.


O que é o ISO/IEC TR 42106:2026?
O ISO/IEC TR 42106:2026 é um relatório técnico intitulado, em tradução livre, “Tecnologia da informação — Inteligência Artificial — Visão geral da avaliação comparativa diferenciada das características de qualidade de sistemas de IA”.
Publicado em julho de 2026, o documento apresenta uma visão geral de estruturas conceituais para avaliações comparativas graduadas. Seu objetivo é examinar a viabilidade de diferenciar a avaliação das características de qualidade com base na complexidade do sistema e em seu contexto de utilização.
É importante entender o alcance da publicação. Por ser um relatório técnico, o documento organiza conceitos e contribui para o debate sobre métodos de avaliação. Ele não cria, isoladamente, uma certificação obrigatória nem transforma automaticamente suas proposições em requisitos compulsórios.
O relatório foi desenvolvido no âmbito do ISO/IEC JTC 1/SC 42, subcomitê dedicado à normalização internacional na área de Inteligência Artificial. O SC 42 atua como referência do programa de normalização de IA do JTC 1 e oferece orientação a outros comitês que desenvolvem aplicações relacionadas à tecnologia.
Complexidade do sistema
A complexidade pode estar relacionada ao número de componentes, à forma de aprendizagem, ao volume de dados, à autonomia, à integração com outros sistemas e à dificuldade de explicar os resultados. Quanto mais complexa for a solução, maior tende a ser o esforço necessário para testá-la e monitorá-la.
Em uma estratégia de gestão da qualidade e IA, a complexidade também influencia a documentação. Sistemas com diversos modelos, fontes de dados e integrações exigem registros mais detalhados para que uma falha possa ser investigada.
Contexto de aplicação
O contexto de aplicação envolve o ambiente, a finalidade, os usuários e as consequências das decisões. Um mesmo modelo pode apresentar bom desempenho em uma fábrica e falhar em outra por diferenças de iluminação, velocidade da linha, matéria-prima ou critérios de inspeção.
Por isso, a qualidade e Inteligência Artificial devem ser avaliadas nas condições reais de uso. Resultados obtidos em laboratório ou em bases históricas não garantem que o sistema continuará adequado depois da implantação.
Avaliação proporcional aos riscos
A avaliação proporcional reconhece que aplicações diferentes exigem níveis diferentes de controle. Quanto maior o impacto potencial de uma falha, mais rigorosos devem ser os testes, as evidências, a supervisão e o monitoramento.
Essa lógica aproxima o relatório da gestão de riscos em IA. Em vez de aplicar o mesmo procedimento a todas as ferramentas, a organização classifica as soluções por criticidade e direciona recursos para os cenários que podem gerar consequências mais graves.


Quais características de qualidade devem ser avaliadas?
As características mais importantes variam conforme a aplicação. Ainda assim, uma avaliação de sistemas de Inteligência Artificial costuma examinar confiabilidade, desempenho, robustez, rastreabilidade, transparência, segurança e adequação ao contexto.
Essas dimensões não devem ser analisadas isoladamente. Um sistema pode apresentar boa precisão média e, mesmo assim, ser inadequado porque não registra suas decisões, falha diante de pequenas variações ou produz erros justamente nos casos mais críticos.
Confiabilidade
Confiabilidade é a capacidade de entregar resultados consistentes nas condições previstas. A análise deve verificar não apenas quando o sistema acerta, mas também como se comporta ao receber entradas incompletas, diferentes ou inesperadas.
A confiabilidade da Inteligência Artificial depende ainda de controles para detectar degradação. Quando o perfil dos dados muda, o desempenho pode cair sem que os usuários percebam imediatamente.
Robustez
Robustez indica se o sistema mantém desempenho aceitável diante de variações. Em uma aplicação industrial, isso pode envolver mudanças na iluminação, temperatura, posição da câmera, ruído, velocidade ou características do produto.
Um modelo robusto não precisa ser infalível, mas suas limitações devem ser conhecidas. Também é necessário estabelecer procedimentos de contingência para situações nas quais ele não possa operar com segurança.
Rastreabilidade
Rastreabilidade permite identificar quais dados foram utilizados, qual versão do modelo produziu o resultado, quando a decisão ocorreu e quais parâmetros estavam ativos.
Sem esses registros, uma auditoria de Inteligência Artificial pode encontrar documentos gerais, mas não conseguir reconstruir o que aconteceu em um caso específico. Isso dificulta a investigação de falhas e a comprovação de controles.
Transparência
Transparência significa oferecer informações suficientes para que usuários, responsáveis e partes interessadas compreendam a finalidade, as limitações e as condições de uso do sistema.
Isso não exige necessariamente revelar todos os detalhes matemáticos. Em muitos casos, o mais importante é comunicar quando a ferramenta pode falhar, quais dados utiliza e em quais situações uma pessoa deve revisar o resultado.
Segurança
A segurança envolve proteção contra acessos indevidos, manipulação, alterações não autorizadas e exposição de dados. O controle deve abranger desenvolvimento, integração, operação, manutenção e desativação.
A governança de IA precisa definir quem pode alterar modelos, conjuntos de dados, parâmetros e regras de negócio. Mudanças sem aprovação podem comprometer resultados já validados.
Adequação ao contexto
Uma solução é adequada quando atende à necessidade real do processo e respeita as condições operacionais, legais, éticas e de segurança aplicáveis.
Essa característica evita que a organização confunda sofisticação tecnológica com valor. Um sistema mais complexo não é necessariamente melhor quando aumenta custos, reduz a compreensão dos usuários ou cria riscos desnecessários.


Qualidade dos dados e confiabilidade dos resultados
A qualidade dos dados é uma das bases da qualidade de sistemas inteligentes. Modelos não corrigem automaticamente registros duplicados, classificações erradas, amostras pouco representativas ou informações desatualizadas.
Dados deficientes podem produzir resultados aparentemente precisos, especialmente quando os testes repetem as mesmas limitações presentes na base de treinamento. O problema aparece quando a solução encontra situações reais que não estavam devidamente representadas.
Para melhorar a qualidade dos dados, a organização precisa definir fontes autorizadas, critérios de coleta, responsáveis, regras de validação, controle de acesso, tratamento de inconsistências e periodicidade de atualização. Também deve registrar mudanças relevantes no processo que possam alterar o significado dos dados.
Essa disciplina fortalece a gestão da qualidade e IA, pois transforma dados em ativos controlados, e não apenas em grandes volumes de informação disponíveis para treinamento.
Principais riscos dos sistemas de IA
Os riscos variam conforme o setor e a finalidade, mas alguns aparecem com frequência: decisões incorretas, vieses, perda de desempenho, vazamento de informações, falta de rastreabilidade, automação excessiva e uso fora do contexto previsto.
A gestão de riscos em IA deve considerar tanto a probabilidade quanto a consequência de uma falha. Uma ocorrência rara pode exigir controles elevados quando o impacto envolve segurança, direitos, saúde, continuidade operacional ou grandes perdas financeiras.
Também é importante avaliar a dependência criada pela automação. Quando profissionais deixam de revisar resultados ou perdem conhecimento sobre o processo, uma falha tecnológica pode permanecer ativa por mais tempo e afetar um volume maior de decisões.
O risco não termina com a implantação. Ele precisa ser reavaliado após mudanças no modelo, nos dados, no fornecedor, no ambiente operacional ou nos requisitos aplicáveis.


Como aplicar a gestão da qualidade à Inteligência Artificial
Aplicar princípios de qualidade e Inteligência Artificial significa tratar o sistema como parte de um processo controlado. A organização precisa estabelecer requisitos antes da implantação e manter evidências de que a solução continua adequada durante sua utilização.
A Qualidade 4.0 amplia o uso de dados, automação e análises inteligentes, mas não elimina fundamentos como responsabilidade, validação, gestão de mudanças e melhoria contínua. Pelo contrário: quanto maior a autonomia da tecnologia, mais claros devem ser os controles.
Definir requisitos
O primeiro passo é declarar qual problema a IA deverá resolver, quais resultados são esperados e quais erros são inaceitáveis. Requisitos vagos dificultam a validação e permitem que um sistema seja considerado bem-sucedido apenas porque produz alguma resposta.
Os critérios devem incluir desempenho, tempo de resposta, segurança, rastreabilidade, disponibilidade e condições de operação.
Avaliar riscos
Antes da implantação, a organização deve analisar quem pode ser afetado, quais decisões serão apoiadas e quais consequências podem surgir em caso de falha.
A gestão de riscos em IA também precisa definir medidas de controle, responsáveis, critérios de aceitação e situações que exigem intervenção humana.
Validar dados e resultados
A validação deve verificar se os dados representam o contexto real e se as métricas escolhidas correspondem ao objetivo do processo.
Em inspeções industriais, por exemplo, uma taxa geral elevada pode esconder falhas na detecção dos defeitos mais graves. A análise precisa separar erros críticos dos demais resultados.
Controlar versões e mudanças
Modelos, dados, parâmetros e integrações mudam ao longo do tempo. Cada alteração relevante deve ser identificada, analisada, aprovada e, quando necessário, novamente validada.
O controle de versões sustenta a rastreabilidade e impede que uma configuração não autorizada substitua silenciosamente o sistema aprovado.
Monitorar o desempenho
Depois da implantação, indicadores precisam demonstrar se a solução continua adequada. O acompanhamento pode incluir precisão, frequência de erros, divergência entre decisões humanas e automatizadas, incidentes e mudanças no perfil dos dados.
A confiabilidade da Inteligência Artificial depende desse monitoramento contínuo, pois o comportamento do ambiente pode mudar mesmo quando o código permanece igual.
Investigar falhas
Falhas não devem ser tratadas apenas como eventos técnicos isolados. A investigação precisa considerar dados, modelo, infraestrutura, treinamento dos usuários, regras do processo e controles de mudança.
A análise também deve verificar se ocorrências aparentemente separadas indicam um problema sistêmico. A IA pode ajudar a relacionar registros, mas a conclusão precisa ser validada por pessoas qualificadas.


Como auditar um sistema de Inteligência Artificial
Uma auditoria de Inteligência Artificial deve ir além da confirmação de que políticas e procedimentos existem. O auditor precisa buscar evidências de que os controles são aplicados, os resultados são acompanhados e as falhas geram ações proporcionais aos riscos.
A auditoria pode examinar a finalidade do sistema, os requisitos definidos, a origem dos dados, os testes realizados, as limitações conhecidas, o processo de aprovação, o histórico de versões e os critérios para intervenção humana.
Também é necessário verificar se a organização consegue reconstruir decisões relevantes. Registros de validação, resultados de testes, análises de riscos, incidentes, aprovações e planos de contingência são exemplos de evidências úteis.
Uma auditoria de Inteligência Artificial eficaz não exige que o auditor desenvolva algoritmos. Entretanto, exige capacidade para questionar a suficiência das evidências, compreender impactos e identificar controles incompatíveis com a criticidade da aplicação.
Exemplos de IA aplicada à gestão da qualidade
Na indústria, sistemas de visão computacional podem identificar defeitos, classificar produtos e apoiar inspeções. Para que a aplicação seja confiável, é necessário controlar condições como iluminação, posicionamento, velocidade e variedade dos itens analisados.
Na gestão de não conformidades, ferramentas inteligentes podem agrupar ocorrências, identificar padrões e sugerir prioridades de investigação. O benefício depende da consistência dos registros e da validação das relações encontradas.
Em auditorias, a IA pode apoiar a seleção de amostras, a análise de documentos e a identificação de tendências. Isso não substitui o julgamento profissional, mas pode ampliar a capacidade de examinar grandes volumes de evidências.
A Qualidade 4.0 também aparece no monitoramento preditivo, na análise de reclamações, na manutenção e no acompanhamento de indicadores. Em todos esses exemplos, o valor surge quando tecnologia, processo e governança trabalham de forma integrada.


Checklist para avaliar a qualidade de sistemas de IA
A organização pode iniciar sua avaliação verificando os seguintes pontos:
Finalidade: o problema que o sistema deve resolver está claramente definido?
Contexto: as condições reais de utilização foram consideradas?
Dados: as fontes são identificadas, representativas, atualizadas e controladas?
Desempenho: existem métricas compatíveis com a finalidade e com os erros críticos?
Riscos: os impactos de decisões incorretas foram avaliados?
Validação: resultados e limitações foram testados antes da implantação?
Rastreabilidade: é possível identificar dados, versões, parâmetros e decisões?
Segurança: acessos e alterações são devidamente controlados?
Supervisão: estão definidos os momentos de revisão e intervenção humana?
Monitoramento: o desempenho é acompanhado após a implantação?
Mudanças: novas versões passam por análise e aprovação?
Incidentes: falhas são registradas, investigadas e tratadas?
Responsabilidades: proprietários, usuários e aprovadores estão identificados?
Reavaliação: o sistema é novamente analisado após mudanças relevantes?
O checklist deve ser adaptado à finalidade e ao risco. Uma ferramenta de apoio administrativo e um sistema ligado à segurança operacional não podem receber exatamente o mesmo nível de verificação.
O papel do profissional da qualidade na era da IA
O profissional da qualidade possui competências valiosas para a governança de IA. Sua experiência com requisitos, auditorias, riscos, evidências, processos e melhoria contínua contribui para transformar soluções tecnológicas em sistemas controlados.
Esse profissional não precisa necessariamente se tornar desenvolvedor. Porém, deve compreender conceitos básicos de dados, modelos, validação, monitoramento e segurança para formular perguntas adequadas e avaliar evidências.
A integração entre qualidade e Inteligência Artificial também cria novas oportunidades de atuação em validação de modelos, auditorias digitais, governança de dados e desenho de controles para decisões automatizadas.
Nesse cenário, a gestão da qualidade e IA deixa de ser uma discussão restrita à tecnologia. Ela passa a envolver liderança, operação, riscos, conformidade e responsabilidade sobre os resultados.


Conclusão
A publicação do ISO/IEC TR 42106:2026 reforça uma ideia essencial: sistemas de IA com complexidades, contextos e impactos diferentes podem exigir avaliações igualmente diferenciadas. O relatório não cria sozinho uma certificação ou um conjunto obrigatório de requisitos, mas oferece uma referência conceitual relevante para o amadurecimento das avaliações de qualidade.
Para as empresas, qualidade e Inteligência Artificial significam integrar tecnologia, dados, processos, riscos e pessoas. A confiança não nasce apenas da capacidade do modelo, mas das evidências de que ele foi validado, é monitorado e pode ser responsabilizado dentro de uma estrutura clara de governança.
Profissionais da qualidade podem assumir um papel central nessa transformação. Acompanhe o Qualidade Sem Complicação e aprofunde seus conhecimentos sobre normas, auditorias, riscos e melhoria contínua aplicados à era digital.
Perguntas frequentes
O que é o ISO/IEC TR 42106:2026?
É um relatório técnico que apresenta estruturas conceituais para avaliações graduadas das características de qualidade de sistemas de IA conforme sua complexidade e contexto.O documento cria uma certificação obrigatória?
Não. O relatório organiza conceitos e examina a viabilidade de avaliações diferenciadas, mas não estabelece isoladamente uma certificação obrigatória.Como avaliar a qualidade de sistemas de IA?
É necessário analisar dados, desempenho, robustez, segurança, rastreabilidade, limitações, riscos, supervisão humana e adequação ao contexto.Qual é a relação entre qualidade dos dados e IA?
Dados incompletos, desatualizados ou pouco representativos podem comprometer os resultados, mesmo quando o modelo apresenta boa precisão nos testes.Um sistema de IA pode ser auditado?
Sim. A auditoria pode examinar requisitos, dados, testes, versões, riscos, monitoramento, registros, incidentes e responsabilidades.Qual é o papel do profissional da qualidade?
Ele pode participar da definição de critérios, validação, análise de riscos, auditoria, investigação de falhas e governança de sistemas inteligentes.
Qualidade
Soluções práticas para gestão da qualidade eficiente.
Auditorias
Processos
qsc@qualidadesemcomplicacao.com
© 2026 Qualidade Sem Complicação. Todos os direitos reservados.
